sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Apesar dos pesares as metades se tornam reais.
Inteiros marginais de um violento pensamento vadio.
Já caiu sua propaganda, já sumiu sua ordem.
Surjo da divisão dos temores.

Seus maiores horrores é meu sonho acordado da trilha infinita mal dita por sua parte.
Esta viva a minha verdade, saudade se vai, em nome do Pai aqui jaz e o mal que fez o bem de refém não é correspondido, ligação interrompida.

Há mil metros de distancia se ouve aquela velha batida de um coração velho, meu novo desejo não existe ódio, e logo o velho é criança, e logo ele dança, e logo não tem receio há herança que é de direito.
Seu peito sua casa em matéria se nega a levar as pancadas dadas pela própria atitude covarde e velha.
Me nego, se nega, se entregue e me entregue a quem pede e perde a chance todos os dias de plantar a semente vivida, vencida, é minha de direito e sua por desejo, opção de um delírio vivido, sonho de um desejo vencido.

Bem dito por minha boca, abençoado pelo amor celestial, o seu céu não é o meu chão nem meu coração que é o réu da questão, me rasgo no maltrato a ser tratado como falso, eu faço do laço traçado ser aquele destino selado, meu rasgo me rasga, me arremata e vive bem longe de seus “sonhos” impuros de puro egoísmo, chantagem da alma abre vaga na fila dos sujos, que nada ganha há não ser o murmúrio vazio, sem fé, pé ou cabeça, há quem diga que meu jogo se foi, não sobe mais nessa ponte de nome verdade pra não mais cair e sentir sua própria maldade, cortante, afiada por traições.

O mesmo que me rasgou, me salvou, quem foi, o que era, o que sou, expeliu-se no espelho de reflexo inverso no sonho, deita-te sobre seu travesseiro e durma em paz, pois daqui não haverá mais o desejo fugaz de sanar o teu sono.

Faça-me oh Gloria, com a mesma vontade de outrora, poder sentir em alma e não em mãos, aquele velho desejo de suprir o meu coração!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Recomeço




Cada sonho
cada vida
Acabou de passar dois minutos
acabou mais um sonho
recomeçou outra vida
acabou um minuto
somou outro sonhocada vida, cada sonho
cada partida perdida, cada sonho esquecidoCada partida, cada jogo
cada fogo da vida, cada chama em vida
cada fogo sem folego, cada minuto sem vida
cada vida sem tempo
cada sonho sem tempo
cada tempo sem tempo
cada folego da vida

Ja se passaram dez minutos
recomeçou outra vida...

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